01 agosto 2015



27 julho 2015

30 agosto 2013

28 dezembro 2012

FÉRIAS 2012. DE VOLTA























VÍDEO AULA DESTE ORIGAMI: TULIPA:

15 novembro 2012

ABRIR TUDO, DOBRAR TUDO TAMBÉM

Gente linda,
Tudo bem?
Olha fiquei postando poucas novidades mais não deixo de dobrar nunca...é meu grande prazer e como não poderia deixar de ser logo vou gravar uns videos bem legais....Acreditem, perco meus diagramas e o que me salva?
OS VIDEOS...
Então, vamos lá....

ESTE LINDO SOL...ACHO QUE VOU ENSINAR TAMBÉM...

Neste natal tudo me faz bem...AMOOOOOOOOO JESUSSSSSSSS

TULIPAS....QUEREM APRENDER A FAZER?



NATAL LEMBRA ANJO


CHEGOU O NATAL 2012


GOSTO DE ROSAS


ORIGAMI PINTINHO


21 setembro 2012

PRECE PARA AFLIÇÃO


PAI, MEU DEUS, MEU CRIADOR, MINHA RAZÃO DE SER, POR FAVOR, AJUDE-ME A RESOLVER ESTE PROBLEMA QUE ME AFLIGE... (diga qual é o problema). LEVE-ME PELO CAMINHO DA LUZ E DA DESCOBERTA QUE ME LEVARÁ AO OUTRO LADO, ONDE EU POSSA OLHAR PARA TRÁS E VER CLARAMENTE OS SIGNIFICADOS E COMPREENDER OS VALORES POR ESTAR TÃO AFLITO(A).
DÊ-ME PAZ QUANDO ESTIVER FRUSTRADO(A) E ESPERANÇA QUANDO ESTIVER NA DÚVIDA, POIS TUDO SERÁ FEITO EM SEU TEMPO, DE ACORDO COM A SUA VONTADE, DE ACORDO COM A LUZ.
INCENTIVE-ME A BUSCAR, A ENCONTRAR E A BATER, ATÉ QUE TODAS AS PORTAS ESTEJAM ABERTAS PARA MIM. DÊ-ME A INSPIRAÇÃO PARA ME MOVER ATRAVÉS DA PORTA ABERTA E TER A CONFIANÇA DE QUE EU ESCOLHI BEM, SABENDO QUE O SEU ESPÍRITO DA VERDADE ME GUIA EM MINHAS ESCOLHAS. AMÉM.

30 abril 2012


28 abril 2012

ORIGAMI: LENDA DAS ORQUIDEAS











Como as flores, a orquídea tem uma lenda. Eis a encantadora história, como é contada nas terras da Indochina. Na cidade de Anam, existia uma jovem chamada Hoan-Lan, que divertia-se em fazer penar suas paixões aos seus numerosos adoradores. Por um sorriso, o jovem Kien-Fu tinha cinzelado o ouro mais fino e trabalhado com infinita paciência as mais lindas peças de jade. A ingrata, após se adornar com todos os presentes do nobre apaixonado, riu-se dele e o desprezou. Kien-Fu, desesperado, acabou com a própria vida atirando-se ao Rio Vermelho. 
O pintor Nguyen-Ba conseguiu obter cores desconhecidas para pintar o retrato de sua amada. Esta, porém, depois de ter exibido para a satisfação de sua vaidade a magnífica pintura, desprezou o artista que desapareceu para sempre no mistério das selvas. Mai-Da, apaixonado também, quis patentear seu amor à jovem volúvel, inventando um perfume delicioso somente digno dos anjos. A ingrata perfumou-se e mandou pôr na rua o seu adorador que, nada mais aspirando na vida, se envenenou. 
Cung-Le levou sua perseverança a incrustar nácar numa pulseira de ébano que foi recebida pela ingrata. O pobre endoideceu. 
Mas o poderoso Deus das Cinco Flechas, que a tudo via e tudo ordenava, julgou que era o momento de castigar tanta maldade, fazendo a jovem volúvel apaixonar-se pelo formoso Mun-Cay. E desde então, Hoan-Lan sonhava no seu leito de nácar e sedas bordadas com seu adorado, cujo nome esvoaçava sobre seus lábios de carmim, como uma borboleta sobre a rosa. Ao despertar, descia à piscina, banhava-se e adornava-se com suas jóias mais preciosas para ver passar seu querido Mun-Cay, que apenas se dignava a levantar os olhos para ela. Nunca tinha considerado a formosa jovem, nem se interessado pela fama debeleza que tinha ardido à sua volta. 
Os dias iam passando, e Mun-Cay não saía de sua indiferença cruel. Um dia, Hoan-Lan decidiu sair-lhe ao encontro e declarar-lhe paixão. Não me interessas, rapariga ! - disse ele. - És como todas as outras. Para mim não vales nada. Se fosses como aquela que eu amo... Esta sim, é uma deusa. Tu, mísera Hoan-Lan, com toda tua vaidade, não serves nem para atar-lhe as fitas das sandálias. E, com um sorriso desdenhoso, afastou-se. 
Em meio de seu desespero, Hoan-Lan lembrou-se do Deus Todo Poderoso que vivia na montanha de Tan-Vien. Talvez ele pudesse lhe valer. Apesar da noite escura e chuvosa, a jovem dirigiu-se ao monte sagrado, onde residia sua última esperança. A entrada do templo subterrâneo era guardada por um terrível dragão. Suplicou-lhe a concessão de entrada e ao cabo de muitos pedidos conseguiu penetrar num extenso corredor, por entre serpentes horríveis que lhe babujavam os pés nus. 
Quando chegou junto ao trono de ônix do poderoso gênio, prostrou-se e implorou:
Cura-me, que sofro horrorosamente. Amo Mun-Cay que me despreza.
É justo o castigo - respondeu o deus - Porque isso mesmo tens feito aos teus apaixonados.
Ó Todo Poderoso, tem dó de mim. Concede-me o amor de meu querido Mun-Cay. Sabes bem que não posso viver sem ele.
Vai-te daqui - rugiu o gênio - Nada conseguirás. O castigo que pesa sobre ti, foi imposto pelo Deus das Cinco Flechas, que tudo sabe. É justo que sofras. Saia do meu templo. 
Á saída, Hoan-Lan encontrou-se com uma bruxa de pés de cabra. 
Formosa jovem - disse-lhe a bruxa - sei que és muito desgraçada. Queres vingar-se de Mun-Cay? Vende-me a tua alma e juro-te que, embora Mun-Cay não te ame, não amará a outra mulher. 
Hoan-Lan, voltou à sua casa, que lhe parecia um cárcere. Saía para os bosques a distrair sua pena, mas sempre em vão. Um dia, vendo ao longe seu adorado Mun-Cay, correu para ele e, quando se preparava para abraçá-lo, o jovem foi transformado numa árvore de ébano. 
Neste momento apareceu a bruxa que, soltando uma gargalhada, lhe disse: -Desta maneira o teu amado não pode ser nunca de outra mulher. 
Bruxa infame, exclamou chorando, a pobre Hoan-Lan - o que fizeste a meu adorado ? Devolva-me ou mate-me. Contratos são contratos - replicou a bruxa, rindo satanicamente. Cumpri o que prometi. Mun-Cay, embora nunca te ame, não amará a outra mulher. Prometi e cumpri. A tua alma me pertence. 
Hoan-Lan, abraçada ao pé da árvore, clamava desesperadamente a seu tronco imóvel. 
Perdoa-me, Mun-Cay. Tem para mim uma só palavra de amor, de indulgência e compaixão. Não vês como me arrasto aos seus pés, como te abraço, como sofro! 
Mas a árvore nada respondia. A jovem ali ficou por muito tempo. 
Uma manhã passou por ali um gênio que se compadeceu da sua dor. Acercando-se dela, pôs-lhe um dedo na testa e disse: 
Mulher, procedeste muito mal. Foste volúvel até a crueldade e ingrata até a malvadez. 
Procedeste muito mal. Mas tua dor purificou a tua alma. Estás perdoada e vais deixar de sofrer. Antes que a bruxa venha buscar a tua alma, vou transformar-te numa flor. Ficarás sendo, no entanto, uma flor esquisita e requintada, que dê a impressão do que foi a tua vida maldosa. Quem vir as tuas pétalas facilmente adivinhará o que foi o teu espírito, caprichoso, volúvel, cruel, e a tua preocupação constante pela elegância. Concedo-te um bem: não te separarás do bem que adoras e viverás da sua seiva, sempre parasita do teu amado. 
Assim falou o poderoso gênio. E, quando falava, a túnica rósea de Hoan-Lan ia empalidecendo e tornando-se de uma delicada cor lilás. Os olhos da jovem brilharam como pontos de ouro e as suas carnes tomaram a tonalidade do nácar. Os seus formosos braços enrolaram-se na árvore na derradeira súplica. 
E assim apareceu a primeira orquídea do mundo, segundo a lenda do Anam. 

BRASILIA: GREVE DOS PROFESSORES


Se as orquideas fossem rosas...